terça-feira, junho 27, 2006

 
A COPA DA CHATICE, MAS AS EXCEÇÕES...

Gosto muito de futebol, como a maioria dos brasileiros e, agora, eu que tão compreensivo já fui, não estou nem aí para quem não curte. Mas certamente esta Copa do Mundo da Fifa tem sido muitas e muitas vezes chata. Como exemplo, não da chatice, porém da exceção, quais os jogos mais emocionantes: na primeira fase, Itália 1, EUA 1, eletrizante, jogado, embora aqui e ali violento, duradouro e dramático como uma película de Visconti, e, sobretudo, com bravura, como um filme de John Ford. E nas oitavas, é claro, meu segundo time sempre, Holanda, perdendo por um tento de Portugal, numa verdadeira batalha, rememorando conflitos de até 1500 e alguma coisa, naquela época de navegações, superações e opressões (igual a hoje, embora de maneira mais hipócrita, ao modo do discurso dos Recursos Humanos...)... E o Brasil, bem o Brasil repete 1994, com o mesmo Parreira de técnico, e o mesmo futebol chato de costume, todavia e daí, está ganhando, bateu quatro adversários até aqui, da Croácia a Gana... Joga um tanto mais, entretanto não muito mais que a Alemanha (chata eternamente), a Itália (chata, se é que possível, além do eternamente), mas as exceções?... Até agora, não há exceções... Por sorte, a cerveja ainda existe e a mordaça também, na esperança de que os locutores imbecis da TV se enforquem com essa última...

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